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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Farra da Comunidade agita o centro histórico de Planaltina




Farra da Comunidade 2012 em Planaltina
A cidade mais antiga do Distrito Federal mais uma vez torna-se pioneira. Desta vez a conquista foi a realização da oficina teatral Farra da Comunidade, que pela primeira vez foi realizada no Centro-Oeste. Planaltina ganhou esse presente do Coletivo Palavra, grupo de produtores culturais que articula o evento #PalaColetiva, O Último Carnaval do Mundo. A oficina teatral começou nesta segunda-feira, 06/02, e será realizada durante toda a semana, sempre das 20h às 22 horas. Qualquer pessoa pode assistir e ou participar.
Cerca de 30 pessoas participaram da performance cênica. O cenário do ensaio não poderia ser melhor. Casarões históricos, árvores, um céu rasgado de muita energia e uma lua cheia de luz harmonizavam com a música e o movimento dos atores.
A Farra da Comunidade é uma oficina de teatro inspirada na Farra dos Atores, criada pelo falecido diretor carioca Márcio Vianna. Segundo o coordenador Thiago Jorge, a Farra é aberta a todos aqueles que querem se comunicar através do teatro. “É uma oficina indicada para quem já faz teatro, para quem está iniciando e para quem quer começar a fazer teatro, experimentando da melhor maneira possível o contato direto com o público. Uma verdadeira farra de cor, criatividade e prazer”.
Anota aí!
Horários de ensaios e da apresentação:
Ensaios:
 06/02(segunda), 07/02 (terça), 08/02 (quarta),  09/02(quinta) e 10/02 (sexta) das 20h00 às 22h00.
Ensaio Geral: 10/02 (sexta) das 20h00 às 22h00
Apresentação: DIA 11 DE FEVEREIRO DE 2012, SÁBADO, DAS 16H00 ÀS 20H00
Local: Os ensaios e a apresentação acontecerão na praça do museu de Planaltina – DF.


http://intervalovirtual.com.br

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

O ÚLTIMO CARNAVAL DO MUNDO


Descrição
O ÚLTIMO CARNAVAL DO MUNDO

A 6ª edição da PALACOLETIVA - Festival Multimídia do Coletivo Palavra traz como tema O Último Carnaval do Mundo. Performances, vídeos, projeções, grafiti, apresentações musicais e literárias, intervenções urbanas e oficinas serão realizadas a partir de uma visão artística do Carnaval e das profecias. As atrações artísticas do Festival questionam a cultura da culpa e, em contraponto, propõe a institucionalização de culpas sociais. Os artistas também dialogam com a permissividade presente no carnaval e inspirada pelos decretos do fim do mundo. Ainda são feitas referências ao silenciamento espiritual, numa alusão à cultura Maia e outras perspectivas espiritualistas. A programação vai até o dia 11 de fevereiro, quando será realizado o evento de encerramento do Festival no Centro Histórico de Planaltina.

CALENDÁRIO DO FIM DO MUNDO
De forma criativa e irreverente, o Calendário do Fim do Mundo é uma construção colaborativa que institui novas datas comemorativas para um mundo em transformação. Cada dia vem acompanhado de uma ilustração, poesia, vídeo ou fotografia. 

FURIOSA - BATERIA DE SUCATA
Um carnaval na batida da reciclagem: de energias, de perspectivas, de latas, galões e tinas que se transformam em instrumentos musicais! Ensaios e intervenções em locais públicos do DF até o dia 11 de fevereiro

FARRA DA COMUNIDADE
Construção cênica colaborativa que, a partir da realidade da comunidade, propõe um olhar questionador para o lugar do corpo no mundo. No ritmo do carnaval, o corpo celebra e é celebrado. De 06 a 10 de dezembro, acontece oficina aberta à comunidade, em preparação ao palco FARRA, que acontecerá no dia 11 de fevereiro, no evento de encerramento. 

EVENTO DE ENCERRAMENTO
No dia 11 de fevereiro, o Centro Histórico de Planaltina terá seus cantos tomados por arte e alegria. Performances, shows, declamações, grafitti, pintura ao vivo, projeções, instalações estão previstas na programação que começa às 10 da manhã na Praça do Museu: 

MOSAICO NA PRAÇA - 10h às 14h
Uma verdadeira transformação poética dos bancos da praça! É chegar e colaborar. Orientação dos trabalhos pelos artista plástico Antônio Cunha. 

GRAFITTI (nas ruas do Centro Histórico) - 14h às 22h
Daiara Figueroa
Gregório Soares
Marcos Antony
Pena
Renato Moll
Rodrigo Kochino
Thales Fernando

BLOCO SEM EIRA NEM BEIRA - 14h às 16h
Concentração na Praça da Igrejinha de São Sebastião com percurso até a Praça do Museu. 

PALCO BARQUINHO (Circo da Casa do Idoso) - 14h às 18h
14:00 - Escolinha de Pipa com Graça Batista
16:00 - Poéticatrupe
16:30 - Professor Antônio Vitor
17:00 - Brincar Brincando com Antônio Cunha
18:00 - Matrakaberta

PALCO FARRA (Praça do Museu) - 16h às 20h
Espetáculo Teatral Farra da Comunidade
Cokumã
Ode à Dionísio - Radicais Livres

PALCO AURORA (Quintal do Museu) - 18h às 22h
18:00 - Ismael Fontes
19:00 - Israel Colonna 
20:00 - Corpo Livre
21:00 - Eros Trovador
Pintura ao vivo e projeções com Augusto Botelho, Daniel Lopes, Renato Moll e Renato Peroto

PALCO CAOS (Praça do Museu) - 20h às 24h
20:00 - Furiosa - Bateria de Sucata
20:30 - Levante Poético
21:00 - Murilo Timo
22:00 - The Nóis
23:00 - Banda Rádio Central
24:00 - Unidos de Planaltina


TRANSMISSÃO AO VIVO: www.livestream.com/coletivopalavra

BLOCO IMBRULHIM VAI AGITAR CARNAVAL DE RUA DE PLANALTINA




O irreverente Imbrulhim nasceu na rua, foi concebido no buteco pela comunidade carnavalesca de plantão da cidade, no dia 28 de janeiro de 2012. A idéia é fortalecer o carnaval do Centro Histórico.  No dia 10 de fevereiro, a partir das 19 horas, na Pracinha do Museu, faremos o batizado do Bloco com muita música e alegria. Venha conhecer o hino do Imbrulhim e fazer parte da folia.
Apoio: Associação dos Amigos do Centro Histórico, Intervalo Virtual, Alta Mira Boutique, Jornal da Gente.


Um giro no Vale do Amanhecer, em Planaltina-DF



Do Intervalo Virtual
Dia primeiro de janeiro de 2012. Eu curtindo a preguiça do réveillon. O telefone da minha casa toca. Era minha amiga. Ela me fez um convite para se “energizar” lá no Vale do Amanhecer. Segundo ela, seria uma boa para iniciarmos o Ano Novo bem. Topei na hora. Com a máquina fotográfica na mão seguimos para o lugar idealizado por Tia Neiva.
Eu já tinha ido ao Vale muitas vezes. Mas nunca com a ideia de entrar nessa onda de vibe positiva. Mas fui com o espírito aberto. Acredito que ali é um lugar de boas vibrações. Nosso primeiro destino foi a Pirâmide. Acompanhamos um bonito trabalho espiritual realizado no lago. A vibe legal começou a acontecer. Imagine você de frente para um rio, com o sol à frente encostado em um monte de morros. Era como se o sol estivesse olhando fixo para nós. E de onde ele estava, mandava cristais de luz sobre o rio. Massa! Coisa bonita de se ver gente.
Entramos na Pirâmide. O lugar é pequeno. Sua base deveria ter mais ou menos uns dez metros e a altura uns seis. Duas pessoas da doutrina nos receberam super bem lá dentro. Eles sugerem três atos simbólicos muito simples de “energização”. Você pode fazer ou não. Nós fizemos. O homem que nos recebeu era super de boa e nos deu todas as informações, respondeu todas as nossas perguntas. Dentro da Pirâmide há muitas imagens em quadros pendurados nas paredes. Ao centro, há um cristal grande. O lugar é muito bacana. Diferente. É um mergulho no novo. Cumprimos nossa missão lá dentro. Saímos com uma energia muito positiva. Vale lembrar que as sensações e as energias dependem da sensibilidade de cada pessoa. Uns sentem algo, outros não sentem nada.
O cenário natural fazia uma dobradinha perfeita com as imagens, as indumentárias e cada monumento da doutrina. A aurora boreal da natureza harmonizava em grande estilo com todo aquele momento de fé. Cada ato ali tem um significado. Cada objeto tem uma explicação, um contexto, apresenta o seu por quê. Ali ficamos entregues. O lance é relaxar e entrar na sintonia das boas energias. É muito bacana ver toda aquela organização. Tudo funciona com maestria. Vários trabalhos são realizados simultaneamente.
Comecei 2012 bem. A visita ao Vale do Amanhecer por um ângulo diferente valeu muito a pena. A gente enxerga o lado histórico e cultural de forma mais apurada. O Vale fica relativamente perto da Pedra Fundamental de Planaltina, que marca o centro geodésico do Brasil. Muitos acreditam que ali tem uma forte concentração de energias. Eu acredito. O Vale do Amanhecer, a doutrina e todas as pessoas do Brasil e do mundo que transitam ali buscam algo e são saciadas por algo. As mãos desbravadoras que criaram aquele lugar sabiam que Planaltina sempre foi especial. Visite e conheça você também esse patrimônio cultural do Distrito Federal.

Sem Eira Nem Beira: O Carnaval do Centro Histórico de Planaltina-DF


JORNAL DA GENTE - DF: BLOCO IMBRULHIM VAI AGITAR CARNAVAL DE RUA DE PLAN...

JORNAL DA GENTE - DF: BLOCO IMBRULHIM VAI AGITAR CARNAVAL DE RUA DE PLAN...: A Associação dos Amigos do Centro Histórico de Planaltina – DF convida os foliões de Brasília para a cerimônia de batizado do mais novo Bloc...

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

MANIFESTAÇÕES ARTÍSTICAS DURANTE A FINNAR ARRANCAM APLAUSOS DA PLATEIA



Sempre pautada na arte e na cultura, a Finnar ofereceu uma pro­gramação variada de shows e outras apresentações artísticas nessa quarta edição. As manifestações priorizaram o artista brasiliense e a história de nossa Capital. Mas, fazendo jus ao caráter internacional da feira, foram exibidas também danças e personagens internacionais, que arrancaram sorrisos de vi­sitantes de todas as idades.
Para comemorar os 50 anos de Brasília, foi preparado um palco todo especial. Nessa edição, os artistas plásticos Pedro Braga Silva e Juliana Costa Borges utilizaram a técnica do gra­fite para pintar um cenário que lembrava a Torre de TV e o Eixo Monumental. O palco foi um dos principais pontos de encontro da Finnar, uma vez que, quando não estava sendo usado para apresentações, era ocupado pelas crianças, que ali brincavam e corriam.
“Ser reconhecida pelo compromisso com o crescimento hu­mano, por meio da arte, cultura e sustentabilidade, unindo o CRER ao FAZER em eventos e promoções nos mais diver­sos segmentos.” Mais do que um palco, a Finnar tem como visão o protagonismo. Por isso, seu palco esteve aberto du­rante todo o evento para manifestações espontâneas, como os cantos dos índios da Tribo Fulni-ô, que, por diversas vezes, alegraram e surpreenderam os visitantes do evento.

Apresentações durante a Finnar:
Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro
Inventores do seu próprio mito, “Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro” une música, dança, brincadeiras e um figurino arrojado para contar a história do Calango Voador, mito povoado por seres imaginários do Cerrado, que hoje é um dos identificadores culturais típicos de Brasília. O Grupo, que também criou o seu próprio som, o Samba Pisado, divulga seu trabalho em Brasília há 6 anos.
Criado por Tico Magalhães, o mito é dividido em três partes. Conta desde o surgimento do cerrado até a criação de Brasília. A história faz referência ainda a outros seres típicos, como a
caliandra, o elefante tromba d´água, o gavião e o lobo-guará.
“Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro” é hoje responsável por um dos maiores festivais da cidade: o Festival Brasília de Cultura Popular, que já está em sua sexta edição e reúne milhares de pessoas anualmente na Funarte. Em 2007, o grupo foi homenageado pelo Ministério da Cultura como grupo de cultura popular tradicional. Hoje, o Mito do Calango Voador já faz parte da história da capital e leva um pouco da cultura brasiliense a todo o país.
Mamulengo Sem Fronteiras e Mamulengo Fuzuê
A brincadeira com mamulengos é uma tradição muito comum no nordeste brasileiro, especialmente em Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte. Mamulengos são fantoches manipulados por um artista, chamado de “mamulengueiro”, que dá vida e voz aos personagens.
O mamulengueiro é geralmente um homem com grande capacidade para inventar histórias e improvisar situações com os bonecos, brincando com o público e fazendo críticas aos costumes sociais. Esse artista popular anda de povo em povo, levando e trazendo diversão e informações, despertando o espírito da alegria por onde passa.
Os bonecos, em sua maioria, são feitos de madeira e tecido. De feições simples e movimentos engraçados, sempre lembram algum personagem conhecido, um político, um religioso, um aventureiro, um patrão, um empregado, alguns bichos naturais e até criações do outro mundo.
Nessa quarta edição da Finnar, dois renomados grupos de Brasília fizeram suas apresentações: Mamulengo Sem Fronteiras e Mamulengo Fuzuê, que fazem parte do Ponto de Cultura Invenção Brasileira e já viajaram pela América do Sul, América do Norte e Europa divulgando a cultura do teatro de mamulengos.
Coordenado por Walter Cedro, o Mamulengo Sem Fronteiras reúne música e teatro de bonecos para contar a história do palhaço Bastião e suas aventuras. Já o Mamulengo Fuzuê é coordenado por Thiago Francisco e trouxe para a Finnar “Benedito, Abençoada e Bendizido”, além de esquetes tradicionais do mamulengo, palhaços, ventriloquia e mágica. Ambos tem como principal objetivo viver e incentivar a transformação pela arte, e assim colaborar para o fortalecimento de uma nova realidade global, mais justa, solidária, amorosa e criativa.
Centro Cultural Árabe Brasileiro Ninah Medrei
Desde 1998, o Centro Cultural Árabe Brasileiro Ninah Medrei leva o folclore árabe ao público brasiliense. Além da já tradicional Dança do Ven­tre, os alunos e professores buscam apresentar a variedade de danças típicas arábicas, como a Dança com Sete Véus, o Guedra e o Haggalah. Nessa edição, foi apresentado o Dabke com bastões e também o pout-pourri de outras danças. O Dabke é uma dança típica praticada desde os tempos dos fenícios, quando os homens se organizavam para consertar os telhados vizinhos por meio de pisadas, que recompactavam a lama do teto. Acompanhado de instrumentos musicais, o trabalho tornou-se uma dança.
Associação dos Amigos do Centro Histórico de Planaltina
Fundada em 2007, a Associação dos Amigos do Centro Histórico de Planaltina foi criada com o objetivo de lutar pela preservação da historia da cidade. Juntos, os mais de 50 integrantes trabalham pelo tombamento de casarões considerados patrimônio da cidade e pela preservação de costumes e festas religiosas típicas do lugar. Durante a Fin­nar, os participantes da associação apresentaram a Dança do Coco, folguedo tipicamente nordestino executado ao som de cantigas e instrumentos musicais. Conta-se que a Dança do Coco tem origem no canto dos escravos nos babaçuais. No Brasil, o coco surgiu como um dos diversos folguedos de festa junina, mas hoje é dançado em qual­quer época do ano.
Grupo Morabezza
A Finnar também foi palco de apresentações internacionais. No sábado (24/04), o Grupo Morabezza – composto por estudantes da UnB vindas de Cabo Verde, mostrou um pouco da cultura de seu país através da dança.
Desfile Moda Artesã e Desfile Paranoarte
Um dos pontos altos da Finnar são os desfiles. Nessa edição, as apresentações foram realizadas em dois dias: Na sexta (23/04), quinze modelos das agências Glam Model e Mega Model vestiram peças de vários artesãos presentes na feira. “É o 3° ano que participo. Sempre depois do desfile percebo um aumento significativo nas vendas”, disse Maria José, estilista e artesã responsável pela marca Maritaca, que tinha algumas de suas peças no desfile.
No sábado (24/04), foi a vez de a Paranoarte apresentar sua moda artesanal. A Rede Solidária de Artesanato é uma iniciativa de produção sustentável em Brasília que alia inclusão social e geração de renda. A Rede trabalha em diversas comunidades no Distrito Federal e Entorno e vem conseguindo ótimos resultados na capacitação de pessoas de comunidades carentes e no trabalho de reciclagem e reaproveitamento de materiais na moda.
Nas duas edições, o desfile teve coordenação de Helenice Bastos, produção de Raony Vieira e cabelo e maquiagem de Cássia Vitoriana.
http://www.finnar.com.br/noticias-e-midia/10-manifestacoes-artisticas-durante-a-finnar-arrancam-aplausos-da-plateia